O problema dos excessos de elogios começam na mediocridade do trabalho e em como nos tornamos inimigos de nós mesmos no quesito: fazer um bom trabalho. Parece incrível que hoje qualquer foto seja linda, qualquer texto seja ótimo e até que qualquer pessoa seja maravilhosa, e não me venha com alguma babaquice dizendo que a beleza interior é o que vale, etc, etc, porque não é disso que estamos tratando. Se você é um babaca que não sabe diferenciar isso, faça-me o favor de ir para outro blog porque seu lugar é em algum comitê politicamente correto onde encontrará outros babacas como você. Estou falando da mentira social, daquela que você conta só para elogiar alguém que realmente não merece. Existe um excesso de zelo com as pessoas. Ninguém quer magoar ninguém. É como se para viver eu tivesse que ter cuidado toda vez que faço uma crítica. Ninguém mais quer ouvir a verdade. As pessoas só querem ser elogiadas e do elogio não há nenhum ganho e se tudo está bem, não há razão de melhorar...
Pode parecer desumano criticar (com fundamento é claro, bater panela e dizer que está ruim sem conhecimento de causa não é crítica é a sua opinião), pode ser chato, mas na verdade não é. Trabalhos bons devem ser sempre elogiados e eu sou adepto do elogio como incentivo, o que não sou adepto é dizer que você é bom quando de fato você é médio ou ruim. Gosto muito mais dos professores que me detonaram e dos amigos que continuam detonando meus trabalhos ruins do que o cidadão que mente socialmente para não ter que dar explicações. Este tipo de atitude é muito nocivo primeiro porque o elogio é feito por alguém que não tem a capacidade de diferenciar um bom de um mal trabalho e isto acaba alimentando uma expectativa que não é real. É um duplo homicídio elogiar alguém sem fundamento. As pessoas precisam merecer. Elogiar de graça faz de você alguém bonzinho demais que ninguém respeita como profissional e que ninguém quer ter na equipe de trabalho ou até como parceiro de estudo. Além disso você se desvaloriza, pega tudo o que você aprendeu e por preguiça fica quieto e diz que está bom, este é o pior tipo de gente. Um tipo que diz, ah! vai assim mesmo, depois dou um jeito. Um tipo que foi, é, e sempre será medíocre.
terça-feira, 19 de novembro de 2013
terça-feira, 8 de outubro de 2013
Vida lúcida
"Quando olho para trás, vejo tudo o que já consegui na vida, tenho orgulho em dizer bla bla bla..."
Lendo frases que começam assim pode até parecer se tratar de uma avó ou de seus pais, tios mais velhos, mas não é, as pessoas têm essa sensação, esta mesmo que você tem, de que já fizeram muito na vida. Que me desculpem os adeptos, mas vejo nisto uma grande besteira. Este sentimento de ter produzido muito é irreal e pode ser várias coisas, entre elas, a de precisar ouvir mais elogios, ou de querer obtê-los quando não os merecemos ainda. Talvez devido a vida intensa de excessos que levamos pode levar a esta falsa impressão. Tudo hoje é superlativo. Conhecemos as pessoas 2 minutos e já as amamos perdidamente. Relacionamentos de 2 meses parecem uma vida inteira, empregos em que as 8 horas parecem 16 e por aí vai. Tudo parece ser demais pra gente. Bebemos demais, comemos demais, fazemos exercícios demais, tudo é demais e nós queremos mais. Não paramos realmente para entender se fizemos muito ou não, se era hora ou não, e na minha opinião não somos maduros para a maioria das decisões que tomamos, ainda somos jovens, crianças tentando entender como a vida acontece.
Ter 35 anos é somente o meu vigésimo aniversário do que eu considero uma VIDA LÚCIDA. Não lembro se escrevi sobre este conceito aqui alguma vez (até vasculhei no histórico mas não achei) mas é o seguinte: a sua idade cronológica não reflete sua idade real. Quando alguém diz ter 35 anos, de fato ela não o tem. Ela tem a idade cronológica (marcada desde o nascimento), mas quantos destes anos passamos totalmente dependentes dos nossos pais (tios, vós, etc) e quantos destes anos passamos sem realmente sofrer as consequências dos nossos atos? Se você começou a trabalhar cedo e a comprar suas próprias roupas e pagar algumas contas (ao menos as pessoais) então considere aquele momento como o seu nascimento real, porque tudo o que veio antes serviu apenas de prelúdio para o que de fato você tem agora: uma vida lúcida. Aquela na qual você diz algo sem pensar e alguém se machuca (e não apenas faz bico), você deixa de pagar uma conta e seu nome vai pro pau, enfim, você se torna responsável por toda sua vida minúscula e patética (sim, patética, todos nós somos e se você acha que é alguém, por favor assista este vídeo aqui). Isto talvez explique algumas coisas, como por exemplo o fato de que nossos amados pais também erram feio as vezes, oras, eles ainda estão aprendendo e nós devemos respeitar isso, temos que respeitar que cada um possui uma linha de aprendizado diferente e que a velocidade de absorção do que se aprende também é diferente.
Então me preocupa o fato de as pessoas quererem o reconhecimento imediatamente, quererem que desde agora a gente pense em como elas são bem sucedidas, ou em como elas merecem o que de fato querem (algumas realmente merecem mesmo). Tenha calma, viva primeiro, faça primeiro, seja bom primeiro, e com certeza você um dia merecerá muitos elogios, mas um dia, porque hoje talvez você ainda seja um adolescente lúcido ou apenas um jovem adulto errando mais do que acertando.
Lendo frases que começam assim pode até parecer se tratar de uma avó ou de seus pais, tios mais velhos, mas não é, as pessoas têm essa sensação, esta mesmo que você tem, de que já fizeram muito na vida. Que me desculpem os adeptos, mas vejo nisto uma grande besteira. Este sentimento de ter produzido muito é irreal e pode ser várias coisas, entre elas, a de precisar ouvir mais elogios, ou de querer obtê-los quando não os merecemos ainda. Talvez devido a vida intensa de excessos que levamos pode levar a esta falsa impressão. Tudo hoje é superlativo. Conhecemos as pessoas 2 minutos e já as amamos perdidamente. Relacionamentos de 2 meses parecem uma vida inteira, empregos em que as 8 horas parecem 16 e por aí vai. Tudo parece ser demais pra gente. Bebemos demais, comemos demais, fazemos exercícios demais, tudo é demais e nós queremos mais. Não paramos realmente para entender se fizemos muito ou não, se era hora ou não, e na minha opinião não somos maduros para a maioria das decisões que tomamos, ainda somos jovens, crianças tentando entender como a vida acontece.
Ter 35 anos é somente o meu vigésimo aniversário do que eu considero uma VIDA LÚCIDA. Não lembro se escrevi sobre este conceito aqui alguma vez (até vasculhei no histórico mas não achei) mas é o seguinte: a sua idade cronológica não reflete sua idade real. Quando alguém diz ter 35 anos, de fato ela não o tem. Ela tem a idade cronológica (marcada desde o nascimento), mas quantos destes anos passamos totalmente dependentes dos nossos pais (tios, vós, etc) e quantos destes anos passamos sem realmente sofrer as consequências dos nossos atos? Se você começou a trabalhar cedo e a comprar suas próprias roupas e pagar algumas contas (ao menos as pessoais) então considere aquele momento como o seu nascimento real, porque tudo o que veio antes serviu apenas de prelúdio para o que de fato você tem agora: uma vida lúcida. Aquela na qual você diz algo sem pensar e alguém se machuca (e não apenas faz bico), você deixa de pagar uma conta e seu nome vai pro pau, enfim, você se torna responsável por toda sua vida minúscula e patética (sim, patética, todos nós somos e se você acha que é alguém, por favor assista este vídeo aqui). Isto talvez explique algumas coisas, como por exemplo o fato de que nossos amados pais também erram feio as vezes, oras, eles ainda estão aprendendo e nós devemos respeitar isso, temos que respeitar que cada um possui uma linha de aprendizado diferente e que a velocidade de absorção do que se aprende também é diferente.
Então me preocupa o fato de as pessoas quererem o reconhecimento imediatamente, quererem que desde agora a gente pense em como elas são bem sucedidas, ou em como elas merecem o que de fato querem (algumas realmente merecem mesmo). Tenha calma, viva primeiro, faça primeiro, seja bom primeiro, e com certeza você um dia merecerá muitos elogios, mas um dia, porque hoje talvez você ainda seja um adolescente lúcido ou apenas um jovem adulto errando mais do que acertando.
terça-feira, 1 de outubro de 2013
Convite
Não sei como algumas pessoas têm a coragem de escrever fotógrafo ao lado do nome delas... Eu estudo fotografia há 10 anos, equipamento há 4 e história e há 2 e me considero um idiota no assunto.
É muita vontade de ter um ofício, uma profissão ou simplesmente muita pretensão. Fotógrafo é alguém singular, com referências quase infinitas da formação da imagem, ciente de que seu equipamento de ponta é necessário para proporcionar a melhor composição e não o maior tamanho possível. Fotografia é uma religião, precisa ser estudada todos os dias, precisa de carinho, precisa que você seja inquieto, chato, meticuloso, que você veja sombras indesejadas onde todos vêem a perfeição, micro ondulações, vincos quase invisíveis, uma pequena pedra, uma folha fora do lugar... todas essas coisas gritam aos olhos de um fotógrafo competente. Sim, apenas competente. Porque isto é obrigação. Ultimamente eu vejo cópia nos trabalhos locais. Não apenas cópia, mas cópia da cópia da cópia da cópia que foi feita em 1920, 30, 40, 50, as vezes 60 e 70, ocasionalmente 80 e 90 e muito raramente vejo um trabalho com uma linguagem original, referenciado é claro, mas original, novo, diferente, o resto são luzinhas de recorte, efeito vintage do instagram, meninas no meio da floresta com ar teen, rebeldes sem causa segurando cigarros e muita, muita falta de criatividade. Se você está ofendido, não desconte em mim, desconte na pessoa que não leu, não estudou, não foi atrás de algo novo, não pensou antes de clicar...
Se eu fosse fotógrafo profissional (e por profissional entenda que é aquele que ganha dinheiro fazendo isso todos os dias) eu ficaria tranquilo. Aliás, muito tranquilo. Podem ter muitos fotógrafos por aí, cobrando preços ridículos (veja este cara aqui), canibalizando o mercado entre outros termos pejorativos que você que está lendo pode criar, mas eu te garanto, se você for bom, mas bom de verdade, nunca faltará trabalho. Falo muito esta frase: conhece alguém realmente competente que está desempregado? Eu não. Mas seja sincero. Ser muito competente carrega sempre muitas coisas, entre elas ser bom no que se faz, ser eficaz (que é diferente de ser bom) e não ser um completo babaca arrogante.
Procuro alguém pra exercitar a fotografia. Fazer trabalhos inusitados com linguagens diferentes, com estudo. Se você é fotógrafo e não é um babaca arrogante, me procure, deve ter um e-mail em algum lugar desse site que você pode me mandar ou então volte lá no facebook (se foi de lá que você veio) e me chame no inbox e a gente inicia este projeto. Preciso ver coisas diferentes, nem que para isso eu mesmo tenha que tentar fazê-las (sim, não há garantias do nosso futuro ficar excelente). Te espero.
É muita vontade de ter um ofício, uma profissão ou simplesmente muita pretensão. Fotógrafo é alguém singular, com referências quase infinitas da formação da imagem, ciente de que seu equipamento de ponta é necessário para proporcionar a melhor composição e não o maior tamanho possível. Fotografia é uma religião, precisa ser estudada todos os dias, precisa de carinho, precisa que você seja inquieto, chato, meticuloso, que você veja sombras indesejadas onde todos vêem a perfeição, micro ondulações, vincos quase invisíveis, uma pequena pedra, uma folha fora do lugar... todas essas coisas gritam aos olhos de um fotógrafo competente. Sim, apenas competente. Porque isto é obrigação. Ultimamente eu vejo cópia nos trabalhos locais. Não apenas cópia, mas cópia da cópia da cópia da cópia que foi feita em 1920, 30, 40, 50, as vezes 60 e 70, ocasionalmente 80 e 90 e muito raramente vejo um trabalho com uma linguagem original, referenciado é claro, mas original, novo, diferente, o resto são luzinhas de recorte, efeito vintage do instagram, meninas no meio da floresta com ar teen, rebeldes sem causa segurando cigarros e muita, muita falta de criatividade. Se você está ofendido, não desconte em mim, desconte na pessoa que não leu, não estudou, não foi atrás de algo novo, não pensou antes de clicar...
Se eu fosse fotógrafo profissional (e por profissional entenda que é aquele que ganha dinheiro fazendo isso todos os dias) eu ficaria tranquilo. Aliás, muito tranquilo. Podem ter muitos fotógrafos por aí, cobrando preços ridículos (veja este cara aqui), canibalizando o mercado entre outros termos pejorativos que você que está lendo pode criar, mas eu te garanto, se você for bom, mas bom de verdade, nunca faltará trabalho. Falo muito esta frase: conhece alguém realmente competente que está desempregado? Eu não. Mas seja sincero. Ser muito competente carrega sempre muitas coisas, entre elas ser bom no que se faz, ser eficaz (que é diferente de ser bom) e não ser um completo babaca arrogante.
Procuro alguém pra exercitar a fotografia. Fazer trabalhos inusitados com linguagens diferentes, com estudo. Se você é fotógrafo e não é um babaca arrogante, me procure, deve ter um e-mail em algum lugar desse site que você pode me mandar ou então volte lá no facebook (se foi de lá que você veio) e me chame no inbox e a gente inicia este projeto. Preciso ver coisas diferentes, nem que para isso eu mesmo tenha que tentar fazê-las (sim, não há garantias do nosso futuro ficar excelente). Te espero.
domingo, 8 de setembro de 2013
Expectativa
A vida das pessoas gira em torno de cumprir expectativas. Podem ser as expectativas dos seus pais, podem ser as dos seus tios, dos seus irmãos, as suas, ou seja lá de quem você queira, mas o fato é que você faz algo por alguém, mesmo que esse alguém seja você mesmo. E podem ser aqueles pequenos de quando você criança, como andar mais rápido, falar mais rápido, ter boas notas na escola, dar menos problemas, fazer menos bagunça, ganhar um jogo de futebol, comparecer as aulas de inglês (com a tarefa pronta), qualquer coisa vale para agradar. Se você não supera estas expectativas é comum que as pessoas te ajudem (e devem fazê-lo sim) para que você possa superar, melhorar, enfim, de alguma forma transpor o obstáculo que está entre você e seu objetivo naquele momento por mais banal que seja. E tudo bem se precisar de ajuda mais de uma vez, aos poucos você vai pegar o jeito das coisas e daqui a pouco irá fazê-las sozinho. O legal é que depois de um certo tempo, e quando você está mais velho, estas mesmas pessoas não criam mais nenhuma expectativa absurda a seu respeito e a pressão diminui em todos os aspectos da vida. Não há mais aquela obrigação de estudar mais, ganhar mais dinheiro, ter relacionamento estável, filho, carro do ano, cuidar dos irmãos, prêmios e sei lá mais o que se espera de alguém. Mas a maior beleza nisso tudo é que as pessoas sempre querem te ajudar, elas esperam em algum nível que em algum aspecto, mesmo que seja banal da vida você não irá dar conta do recado e elas estarão sempre lá prontas, espertas e motivadas, seja com dinheiro, com palavras, com conforto emocional, seja com o entendimento da sua situação...enfim, elas estarão lá para isso tudo e mais um pouco e é claro que você deve aceitar, afinal toda ajuda é sempre bem-vinda, não há porque recusar, é um auxílio válido que todos gostaríamos de ter. O problema meu caro é justamente o contrário. O problema é você ter excedido todas as expectativas sempre, ter ido bem na escola, formado, pós-graduado, trabalhar 16h/dia e ter conquistado tudo sozinho sem a ajuda de quase que absolutamente ninguém e ter se recusado a pedir qualquer coisa por entender que os problemas que a gente cria, precisam ser resolvidos por nós mesmos. E sabe o que acontece com esta pessoa? Suas conquistas, por mais suadas que sejam, acabam por serem apenas normais. Não há mais expectativa, mas desta vez por algo inverso, não há mais expectativa porque as pessoas esperam que você seja imbatível, infalível e invencível. Ninguém entende porque deve te ajudar já que nunca precisou antes. Elas não entendem que você também precisa de conforto emocional, de uma mão amiga, e as vezes até de ajuda financeira pra melhorar algo que você acha que poderia ser mais justo. Existe uma áurea em torno deste tipo de pessoa que impede que as outras vejam a realidade, a de que todo mundo precisa de ajuda. Só porque não choro na sua frente, não significa que não choro. Só porque estou de bom humor sempre não significa que não tenho problemas. Só porque eu resolvo meus problemas, não significa que você não deva me ajudar com os próximos.
terça-feira, 27 de agosto de 2013
Na média
Por que alguém quer estar na média? Não entendo. Estar na média significa que você é igual a todo mundo. Que nada te diferencia. Que você é simplesmente mais um. Significa que você não irá além daquilo que já foi programado para você, que tudo o que faz já é esperado. As pessoas aceitam estar na média, querem fazer parte dela, deve ser porque isto manifesta algum sentimento de pertencimento que as pessoas querem ter. Elas querem ser iguais as outras. Você vive dizendo que quer diferente, que é diferente, que pensa diferente, mas na verdade você é igualzinho a todo o resto. Sua nota está na média. Na minha época, vejam bem, a média era 7. Hoje, a média é 5. Você é mais medíocre que todos os medíocres da minha geração. Você está mais abaixo que aquele aluno do fundão que perturbava conversando toda hora, logo você, que achava que era diferente, é pior que ele, que tirava a média. E você não é só pior, é bem pior. De nota 7 para nota 5 tem uma perda grande. E você continua achando bom que está na média. Quem tem que agradecer sou eu que tenho emprego garantido por mais 50 anos no mínimo porque você é muito incompetente pra me tirar do mercado.
Olha, não sou religioso, nem pretendo ser. Mas tenho cérebro e tenho informação. E acredito que as pessoas que têm religião também tem ambos, então seria um absurdo eu pedir por favor pra ignorar o que o idiota do malafaia diz? Se não tudo, já que ele é radical, ignore 2 assuntos principais: qualquer coisa que ele vomitou sobre homossexualismo (ele está errado, muito errado, e se você concorda com ele, você, assim como ele é um ser humano abominável digno dos piores castigos imagináveis). E por favor ignore o que ele fala de política. Não vote em alguém apenas porque ele tem a mesma religião que você. Isto não é ser inteligente, isto é ter água de côco na cabeça em vez de um cérebro.
A doença
Importar médicos. Cubanos, Mexicanos, Chicanos, Africanos, Italianos, Germanos, Colombianos, realmente não importa a origem. Isto é consertar um erro com outro erro mais grosseiro ainda. É tratar o sintoma, só o sintoma. Até eu sei que só tratar o sintoma está errado. Não precisa nem ser médico pra saber que se você só tratar a tosse nunca vai curar a origem dela. É uma burrice sem tamanho. E o modelo também está todo deturpado. Fechar um acordo para que o dinheiro seja pago ao governo de outro país para que eles repassem a verba para os que trabalharam é de uma estupidez assustadora. Você dá ao outro governo o direito de dizer o quando, quanto e como. É um poder absurdo, um acordo absurdo a se fazer com um país que menospreza o seu cidadão e não dá o mínimo direito de ir e vir (porque no caso a maioria só quer ir e nunca mais voltar). Não somos mais uma república democrática? Não somos mais um país que incentiva isto nos outros países? Que incentiva a liberdade? Pelo visto não. Não sei o que pensar, a não ser que a única doença deste país sejam as pessoas que comandam ele.
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